A Roda da Fortuna é a representação dinâmica do arquétipo do Self, o centro organizador de toda a psique. Ela simboliza os ciclos do destino, os altos e baixos que são parte intrínseca da vida e do processo de individuação. As figuras na roda (o ascendente, o no topo, o descendente e o animal) mostram que todos estão sujeitos a esse movimento. O Self, para Jung, é como uma mandala, um centro de equilíbrio que engloba tanto a consciência quanto o inconsciente. A Roda da Fortuna lembra que há uma inteligência maior orquestrando a jornada, para a qual o ego deve se render. Para uma leitura mais profunda, faça uma consulta privada com Mestre Turuna pelo Whatsapp. Não se trata de sorte aleatória, mas do movimento sincronístico do self em direção à totalidade, ensinando através da mudança e do imprevisível.

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