O Mundo é a realização plena do arquétipo do Self. A dançarina no centro, envolta por uma grinalda de louros, simboliza a totalidade alcançada, a união de todos os opostos (os quatro querubins representam os elementos e as funções psicológicas). Ela segura duas varas, mostrando o domínio final sobre a dualidade. Esta é a meta da jornada de individuação: o centro da psique (o Self) está agora perfeitamente alinhada com a periferia (o Ego). Jung via isso como a experiência de ser si-mesmo de forma completa e irrevogável. Para uma leitura mais profunda, faça uma consulta privada com Mestre Turuna pelo Whatsapp. Representa a sensação de pertencimento ao cosmos, o fim de um grande ciclo de aprendizado e o começo de um novo, a partir de um estado de plenitude e integração.